13.7.07

Tentativa

Ah, a eterna guerra dos sexos. Que tema bom, rende discussões e porradas. Esse assunto anda rondando minha mente que nem mosquito de madrugada. Terminei de ler o livro “Infiel – notas de uma antropóloga”, de Mirian Goldenberg. Adorei e recomendo. Foi docinho quem me emprestou. “Ou ele ajuda ou ele te desespera pra sempre”. Ajudou.

Vim pra Vitória com sete anos. Menininha cabeçuda, com um cabelo que minha mãe insistia em pentear e eu, para não ficar com carinha de Maria Bethânia, insistia em prender. Além de mim, existiam poucas meninas no prédio. A solução era brincar com os meninos. Joguei futebol e arranquei o tampão do dedo várias vezes chutando o chão. Por vezes era até cabeça de chave. Pulei muro e subi no telhado incontáveis vezes para pegar a bola. Jogava basquete com eles, tênis, falava bobagens e ouvia também. Chegava imunda em casa e corria pro Atari, onde também competia freqüentemente com os garotos. Cresci assim, sem frescura.
Até o dia em que, em uma festinha de criança, a aniversariante colocou o microfone na minha boca, para que eu, como todas as meninas da festa, acompanhasse a bela canção She-ra, da Xuxa. Eu era a única que não sabia a letra. Mandei uma embromation, fingi espirrar ou tossir e até que escapei bem da humilhação. Mas senti que seria desmascarada caso vacilasse novamente. Percebi nesse dia que, se quisesse conviver com as meninas, teria que gostar de Xuxa e Hello Kitty. Pelo menos para uma menina de 12 anos, foi assim que interpretei o mundo.
Os esforços foram válidos. Mas nunca cheguei a gostar de Hello Kitty. Acho engraçado só quando ela vem vestida de coisas como policial ou médico. Lembro do Villagge People. Descobri que ser menina é legal. Cortar o cabelo bonitinho, ser limpinha, exigente, multifuncional. Entendi que para ser feminina não precisava ser fresca. Mas sempre ouvia as reclamações femininas com certa desconfiança. Algumas queixas eram exageradas. Lembrava dos meninos e pensava “pra eles, essas reclamações não fazem o menor sentido”. E hoje, diante de tudo que vejo, ainda acho uma perda de tempo ficar acusando homem de toda nossa infelicidade.

No livro, entre tantas outras coisas, Mirian fala dos conflitos atuais entre os sexos. A mulher que mostrou que pode atuar em casa e no trabalho e o homem que se sentiu sem função por causa disso. A mulher que pede demais, o homem despreocupado. O paradoxo entre excesso de mulheres e excesso de exigência por parte delas. Tudo isso fez uma impressão que tenho faz tempo ganhar força: as mulheres esperam demais dos homens. E me incluo nisso, apesar de tentar controlar.
Dar a um homem o maior foco da nossa vida é uma burrice. Mesmo dizendo que somos modernas, acabamos caindo na grande armadilha de querer aparar arestas na relação – que muitas vezes só nós vemos -, e nos perdemos. Ficamos querendo adestrar, ensinar, mas eles não são assim. Funcionam numa freqüência diferente. E o melhor a fazer é encontrar um que opere numa sintonia próxima. Não venho aqui defender o desleixo deles, os esquecimentos e pequenos vacilos. Mas eles são diferentes. Claro que os homens não são todos iguais, mas vamos admitir que a raça apresenta um padrão de comportamento. Por iso, é melhor se preocupar mais com a novela do que com a toalha molhada em cima da cama.

Ninguém deve levar desaforos pra casa, admitir violência física ou moral. Fora uma mãozinha amarrada aqui ou acolá, com consentimento. Mas danem-se as pequenezas chatas do dia-a-dia. Ele saiu com aquela camisa furada no sovaco? Vou é rir. Ele insiste em lavar o cabelo com sabonete? Vou cantar ‘Olha a nega do cabelo duro’ pra ele. Só vou me irritar com coisas realmente importantes, com um desconto na TPM.
Esperar que a felicidade venha da plenitude de uma relação é fracasso na certa. Tenho trabalho, família, bichos de estimação, planos e mais planos. E amigas e amigos, cinema, idéias, livros. Os homens não podem suprir tudo que queremos, assim como nós não podemos dar conta de tudo que eles querem.
Não é questão de passar por cima de valores, mas de relaxar mais, de dar mais importância a outras coisas. Porque não adianta tentar convencê-los de que falar “esse bolo ficou meio doce” é uma ofensa monstruosa pra quem passou horas espalhando farinha pela cozinha. Pra eles é apenas um “ficou meio doce”. Não é um ficou ruim, tá uma merda ou você é péssima cozinheira. Mas se ele encher o saco demais, porque relevar é uma arte difícil, ok, aí sim mande ver se você tá na esquina.

Quem ama tem todo o direito de insistir em resolver os problemas da relação. Mas tente, tentemos todas, não fazer disso a principal tarefa da vida. Senão, vira uma bola de neve, uma briga atrás da outra. E de repente, nos tornamos as chatas da história. Minha opinião? Desvie o foco e relaxe. Ou então, largue de vez. O que não dá é viver reclamando.
ilustração em vidabesta.com

30 comentários:

teo netto disse...

o livro saiu quando?
gostei do texto!
parabéns meninas...

Bju

Giovana disse...

Menina! A orelha tá ardendo aqui, hehe
Mas esse texto é bem reflexivo. Pelo menos pra uma despreparada pra dividir a vida a dois como eu sou
:-p
Amanhã tô na Leitura comprando esse livro aê, na boa!
Bjo!

1worklover disse...

Muito bom o texto.

Eu acredito q haja um grupo de homens contemporâneos (eu me incluiria neste) q se preocupa com essas coisas. Digo, com o "como" nosso jeito de ser afeta (mal) as mulheres.

Vou deixá-lo (o seu post) no cantinho dos "recomendados" lá do site.

Beijos e bom fds.

everson disse...

também acho!
beijo :)

José Arnaldo disse...

Onde que eu acho uma mulher dessa?

leila disse...

não sei não. pq se sou eu quem deixa a toalha molhada na cama ou se eu cago pra louça suja lá vem crítica. eles não são leais, o jogo é muito sujo.

Luciana disse...

É verdade, fazemos algo sempre na esperança de receber algo em troca, esperando sempre.."dias melhores"...O melhor é: fazer sem esperar, ou nao fazer!

Mrs. Evil disse...

eu também acho que não precisa ser fresca pra ser feminina... rs

oamareloeonada disse...

nós e nossa maravilhosa de mania de achar o sujeito quis dizer tudo menos que simplesmente, 'o bolo estava meio doce'...saco a gente, viu?! béjus moças! :]

Namastê disse...

concordo plenamente e entendo o seu lado plenamente... isso acontece sempre!!! por isso to solteiro, porque mesmo sendo um, os homens tem mesmo uma frequência diferente, mesmo entre eles se é que vc me entende... rs... por isso, digo sem menosprezar, o mulher é o bicho que mais se parece com o homem, mesmo tão diferentes e complementares.
bjo gata! arrasou!

Vanessa disse...

José arnaldo, querido, uma mulher dessas você encontra bem aqui! Balzaca, desapegada, viajada, lida, cheia de amigos e afazeres, mas ainda em busca de um cara que não tenha cortado o pau e esteja disposto a evitar o sacrilégio da inseminação artificial numa mulé nova, bonita e carinhosa (e por que não dizer "afetivamente viável"?). Sou eu, mesma querido: meu e-mail é vanorresponde@gmail.com e eu tenho um blog de mentiras deslavadas em vanor.notlong.com. Moro no Rio, me cataê.

The Immature Girl disse...

Eu prefiro ser feliz pra sempre, do que o plural... talvez apostando mais na androginia, nós seremos mais felizes? hum...
parabéns pelo, ri muito no post da guria que fala durante a transa... néam? hahahahaha...
bjus!

e-lisa disse...

Menina, to ficando expert nesse assunto HOMENS só lendo os textos de vcs...
Adorei mesmo.
Tb vou comprar esse livro.

Beijos

Anônimo disse...

EM HOMENAGEM A LUCISEA E INTELIGENCIA DE VOCÊS MANDO-LHES UMA SINGELA CONTRIBUIÇÃO:
O QUE AS MULHERES ADORAM !


- Desestimular sempre a idéia do marido se aposentar;

- Arrumar rapidinho uma nova ocupação para o marido na aposentadoria;

- Mostrar o carro do namorado, para vizinhança, buzinando alto ao chegar;

-Olhar de soslaio o marido da vizinha;

-Esconder o marido, do namorado;

-Repetir: adoro; odeio, estou confusa, dá um tempo, deixa um cheque;

-Não, agora não, porque ainda a pouco, estava com muita dor de cabeça;

- Deixar claro na hora do sexo que, para ela tanto faz, mas se ele quiser...

-Manda a tua mãe, fazer isso, devasso!

-Não, aí não!

-Está bem, mais só, um pouquinho...

-Devagar seu desgraçado;

-Já? Egoísta!

-Dizer sempre que o marido da vizinha é um autêntico cavaleiro;

-Dizer sempre que o seu marido é um autêntico cavalo;

-Caso sejam louras e vingativas xingar sempre as outras de burras;

-Se forem gordas, fumar para emagrecer;

-Se forem magras, fumar para relaxar;

-Se forem lésbicas, fumar charutos para se impor;

- Mentir chorando, mentir sorrindo, mentir...

- Dizer que detestam fazer compras;

- Comprar de tudo, compulsivamente;

- Comprar tudo que é supérfluo;

-Nunca comprar o essencial, pois de tanto lerem o Pequeno Príncipe, elas acham que “o essencial só se vê com o coração”, e o coração delas, sempre cabe mais um embrulhinho;

-Ameaçar abandonar tudo

- Ameaçar abandonar tudo, amanhã;

-Viver ameaçando a vida inteira abandonar tudo amanhã;

-Criticar todas as mulheres que empinam a bunda;

-Empinar o bumbum até ter lordose ou perder o centro de gravidade;

-Revoltar-se quando algum homem olha para seu bumbum;

-Revoltar-se quando nenhum homem olha para seu bumbum;

-Olhar de soslaio para qualquer homem;

-Fingir que não viu...

-Negar que sexo seja tudo na vida;

-Ficar uma boa temporada sem pensar em sexo; -.

-Nem pensar em sexo;

-Reclamar que o marido não faz sexo;

-Chamar o marido de devasso e o amante de criativo;

-Ler tudo sobre dietas, ponto G, tensão pré - menstrual e preliminares;

- Dizer “sim”, como se estivesse sempre afirmando:” vou pensar”;

- Dizer: “não” e “talvez”, só para não perder o hábito;

-Precisar de muito dinheiro, de algum dinheiro, de qualquer dinheiro, de qualquer trocado...

-Ter um cartão de crédito, dois, três... enfim, todos;


-Viver amaldiçoando o dia em que se casou;

-Encher o saco dos filhos para se casarem;

-Ler tudo sobre vestido de noiva;

-Não perder um casamento;

-Ir às lágrimas ao som da marcha nupcial;

-Sentir culpa da culpa que não sentiu, e continuar culpando-se pelos anos perdidos naquele longo e enfadonho casamento, ou quem sabe, de um namoro muito curto, ou ainda por não ter feito naquela hora o que deveria ser feito, e dizer com os olhos molhadinhos por lágrimas, mais ou menos sinceras, que não se arrepende de nada do que não fez a não ser pelo fato, de ter que se arrepender, pelo resto da vida, por tudo aquilo de que se privou, pelo marido, pelos filhos, pelos netos, pelos cachorros, e até... pela escada! Como são fáceis de entender estas humanas que mestruam.

Anônimo disse...

PARA NÃO DIZER QUE NÃO PRESTIGIEI OS HOMENS, ENVIOLHES TAMBÉM, E DE UMA FORMA AINDA MUITO SINGELA, A CONTRIBUIÇÃO:

COISAS QUE OS HOMENS GOSTAM DE FAZER, FALAR E PEDIR.

-Só bebo socialmente;
-Este ano, bebi socialmente, todo dia;
-Preciso parar de beber;
-Tem algum aí pra me emprestar?
- Depois eu te pago...;
-Aquele cara é bicha;
-Sabe quem eu comi?
-Ainda, vou comer aquela “mina”!
-Aquela ali, eu já comi;
-Tá vendo ali sentada? Comi sábado!
-Aí cara, comi a mãe dela!
-Estava trabalhando! Pô, mulher, não enche o saco!
-Querida, também não agüento mais reuniões até estas horas da madrugada;
-Vou ter que viajar fim de semana, que chatice! Queria tanto ficar com você!
-Este mês está apertado;
-Todo dia você me pede dinheiro;
-Dinheiro? Não tenho;
-Quanto? Não tenho. Só final do mês;
-Estou sem cheque;
-Meu cartão de crédito? Estourou;
-Não tenho mais cartão de crédito;
-Estou ganhando pouco;
-Vou pedir aumento;
-Tenho que parar de fumar;
-Semana que vem vou parar de fumar;
-Á partir de amanhã fumo no máximo seis cigarros por dia;
-Ano que vem já parei de fumar;
-Não aquento mais minha mulher;
-Não aquento mais os meus filhos;
-Não agüento mais minha sogra;
-Garçom, trás mais “umas”;
-Garçom, e as batatinhas?
-Nunca broxei;
- Eu sou é espada!
-Dou duas, sem tirar de dentro;
-Por dia? Ah, umas duas ou três;
-Se minha mulher aguentasse, eu não saía de cima dela!
-Sou solteiro meu amor, juro sou solteiro;
-Meu amor, sou casado, mas minha mulher é sapatão;
-Coitadinha, minha mulher já tirou a vesícula, os seios, útero, trompas, está muito mal...
-Minha mulher é muito porca;
-Minha mulher não sabe cozinhar; costurar e detesta sexo;
-Minha mulher tem tpm, é histérica, é frígida. Toda doente;
-Tá bem, juro, vamos casar final do ano;
-Ainda dou uma porrada no meu chefe;
-Cheguei tarde por causa do trânsito,
-Amanhã vou chegar tarde por causa do trânsito,
-Nunca vou chegar na hora, por causa do trânsito;
-Tenho que fazer exame de próstata;
-Já fez exame da próstata?
-Dói fazer exame de próstata?
- Cara, que vizinha gostosa!
-Esse cara é um tremendo ladrão;
-Preciso trocar de casa;
-Preciso trocar de emprego;
-Preciso trocar de carro;
-Preciso trocar de mulher;
-Todo dia você me pede dinheiro;
-Mulher, não se esqueça da minha cervejinha, presuntinho, salaminho, tremocinho, amendoinzinho, pastelzinho, empadinha...;
-Pô mulher faz aquela feijoadinha?
-Pô mulher faz aquele anguzinho;
-Pô mulher faz um bifinho com fritas,
-Pô mulher, deita aqui;
-Pô mulher faz um...
-Você só vive cansada;
-Corta essa, nunca tive amante!
-Aí amigão tô como uma amantezinha!
-O meu é enorme;
-O meu? Tem uns quarenta, quarenta e nove, por aí;
-Não vai doer;
-Só um pouquinho;
-Não pára, não pára...
-Vira.

Anônimo disse...

Neste blog, eu me sinto em casa, portanto,mando-lhes esta crônica, um pouco longa, mas tem mulheres que gostam!
EU ACREDITO EM MILAGRES.

No limiar do terceiro milênio, volta à discussão o orgasmo feminino. É natural. Certas tragédias humanas jamais terão fim, seja a fúria destruidora dos vulcões, os estragos terríveis gerados por tornados, os avassaladores maremotos ou os inesperados furacões, vendavais e geadas. Enfim, toda uma série de eventos desastrosos que sempre marcaram a saga existencial da espécie humana.
Talvez, pelo fato do homem ainda não ter controlado de forma definitiva, nenhum destes terríveis fenômenos da natureza, ele sempre procura tentar soluções que lhe pareça, mais próximas, menos penosas e fáceis de resolver. Retoma-se então, a sofrida questão do orgasmo feminino!
Se, tudo o que já foi escrito sobre tão excitante, e controversa matéria, fosse condensado e publicado numa só destas revistas femininas, daria para fazer um número especial com centenas de páginas, só de informações introdutórias.
Neste tipo de publicação, os temas, são sempre acompanhados de muitos gráficos, diagramas e desenhos multicoloridos muito bem explicados, dando a impressão que nossas parceiras são, absolutamente, débeis mentais, como provam esta seqüência de figuras, recentemente publicadas numa revista especializada, e elaborada sob a forma de quadrinhos pedagógicos, nos quais eram apresentados os órgãos genitais masculinos e femininos e, algumas das suas possíveis utilidades:
Figura1 - “esta é a sua”;
Figura 2 - “este é o dele”;
Figura 3- “o dele deve penetrar na sua e, neste caso, temos o tradicional, comportado e pouco criativo, papai e mamãe”;
Figura 4 – “ele pode, também, pedir (?) para botar o dele, por traz, posição conhecida como retaguarda em pânico, o que já é uma atitude mais de vanguarda”;
Figura 5 – “ou também, calar a sua boca, que é o que todo homem gosta”;
Figura 6 – “finalmente, você pode solicitar reciprocidade, calando-o também”.
Como vocês notaram, estes seriam os módulos mais singelos, primários e básicos, de fazer Kama Sutra morrer de tédio!
No entanto, à partir destas simplórias introduções, múltiplas variações, sobre o mesmo tema, poderiam ser acrescentadas.
Particularmente, nosso enfoque, na abordagem desta secular tragédia feminina, será bem distinto destas inconsistentes diagramações pedagógicas desenvolvidas nestas revistinhas semanais que, além de não resolverem este crucial problema da mulher, somente às compelem a comprar o próximo número, prometendo-lhes mais... quadrinhos!
Nossa abordagem metodológica, aqui desenvolvida, será uma investigação, absolutamente, científica, sobre este dramático tema e, funcionará com total objetividade, transparência e definições muito precisas.
Senão vejamos: sempre que uma mulher nos pede aconselhamento sobre sua vida sexual, vamos diretamente ao âmago da questão e, logo de cara perguntamos se, realmente, o negócio daquela mulher é: a) homem; b) também é homem ou c) tanto faz. Se ela for sapatão não perderemos tempo com inúteis questiúnculas filosóficas e apenas a apresentaremos à nossa secretária, que realmente é muito gostosa e generosa!
Porém, definido que ela, realmente, é destas mulheres que ainda gostam de homens, devemos pesquisar, se o parceiro:
a) gosta de mulher; b) também gosta, ou c) tanto faz.
Se o cara for daqueles que aprecia mais o sexo virtual ou discorda que, este negócio tenha que ser feito, entre sexos opostos, não será preciso analisar mais coisa nenhuma. Trata-se, objetivamente, de mais uma destas coisas de viado!
Supondo, no entanto, que todos os quesitos tenham sido, coerentemente, respondidos, aí sim, vamos tratar da inapetência do orgasmo feminino, que é tão antigo, quanto à mortandade de peixe na Lagoa Rodrigo de Freitas ou a poluição da Praia de Ramos - a verdadeira Baía dos Porcos, agora transformada em piscinão.
Porém, como nada é impossível, nossa obrigação será sempre acreditar, e com o maior otimismo, em relação às soluções, para o orgasmo feminino.
Para tanto, nossa metodologia de aconselhamento, sempre agrupará quatro grandes temas principais, quais sejam:
Os desencontros, os descompassos, as fantasias, e finalmente, a maldição do vídeo.
Desnecessário seria prevenir que o assunto não se esgota desta forma, e este ensaio será no máximo, uma ejaculação precoce sobre a análise de tema tão amplo, profundo, antigo e complexo.

Os desencontros - Fica muito difícil para uma mulher chegar ao orgasmo, se ela não consegue encontrar-se com o seu parceiro, no dia, hora e local combinados. Estes desencontros são muito mais freqüentes do que se imagina, por absoluta falta de planejamento da mulher, quanto ao tempo que irá precisar para fazer sua maquiagem, escolher a roupa, dar uma ajeitadinha básica nos cabelos e, telefonar para a maioria das amigas, dando-lhes antecipadamente, as boas novas.
Nenhum homem irá esperar, indefinidamente!

Os descompassos - Toda relação sexual tem ritmos e opções.
Pode ser um suave bolero de Ravel ou um rock pauleira. Começar assim, tipo chorinho e alternar momentos de funk. O casal pode preferir manter-se em ritmo de samba ou entrelaçar os corpos na magia do tango. O importante é que haja sincronismo.
A mulher, não deve se entusiasmar muito, pois em geral, cai da cama ou quebra alguma coisa nas proximidades. Menos, menos!
Quanto às opções, devem ser criativas. Aconselhamos que se imagine como se fosse um elevador, capaz de funcionar de baixo para cima e vice-versa.
Jamais deve sentir-se, nesta hora, como se fosse um DVD, que só funciona de um lado, e sim, como aquele disco de vinil antigo, cujos dois lados tocavam.
Para que tudo isto possa acontecer é imprescindível que a mulher, no entanto, se mantenha... acordada!
Algumas atitudes de concentração e motivação – caso não durma - deverão ser observadas como: jamais deverá ler durante o ato sexual, seja, o boletim escolar do filho, o bilhete malcriado da empregada, prospecto de pizzaria, bula de remédio e outros.
Seja qual for à posição em que esteja jamais deverá perder-se em comentários que nada tem a ver com aquilo que, realmente, está fazendo. Por exemplo, se estiver de barriga para cima, jamais ficar procurando coisas no teto como insetos, manchas de umidade, problemas na pintura. Se estiver de barriga para baixo, ignorar os chinelos no chão com os pés trocados, farelos de algum alimento que os homens costumam levar para cama e correlatos. Evitar frases aos berros e desastrosos, em meio ao rala e rola, do tipo: “Achei amor, estava embaixo da cama!”.
Tais atitudes - caso as mulheres, ainda não saibam - esvaziam, totalmente, os corpos cavernosos penianos, levando o homem ao pânico da brochura indesejável, e nestes casos, em geral, o parceiro fica tão irritado que, comumente e, de forma deselegante e condenável, costuma proferir palavras obscenas compostas e complexas, que sem duvida nenhuma ofenderão, moralmente, e de forma definitiva a honra das suas mães.
Outro detalhe muito importante é o da televisão. Esta deverá estar desligada, caso contrário, as mulheres correm a inevitável e viciosa tentação de ver a novela, olhando por cima dos ombros do parceiro, e ainda mais, abaixando-os com força, fingindo que estão sentindo um orgasmo prolongado, só para poderem ver melhor as malditas cenas globais.
É muito importante que a mulher, jamais interrompa o suado desempenho masculino para perguntar se ele pagou, achou, viu ou comprou isto ou aquilo. Não cometa este tipo de terrorismo sexual! Você poderá causar traumas irreversíveis em ambas as cabeças do macho.
Outra coisa: pare de perguntar aquelas bobageiras e preciosas inutilidades do tipo: “está bom?”, e no final: “gostou?”. Se você é insegura, procure tratamento psicanalítico!

As fantasias - Em geral, a grande fantasia libidinosa que uma mulher consegue ter - seja loira ou não - é sair de Princesa da Áustria no bloco de carnaval da rua onde mora!
Pára com isso mulher! Incremente sua libido. Seja ousada! Estimule sua imaginação. Seu parceiro está cansado de olhar para você e pensar, literalmente, com a cabeça para baixo, todo murcho, desajeitado e sem ver nenhuma luz no fim do seu túnel. Transforme-se e motive seu parceiro a querer dar “mais umas”. Uma dica importante: pesquisa, recentemente, realizada demonstra que os famosos machões gostam de serem subjugados pelas parceiras na hora do sexo. Então, dê-lhe umas porradas! É isto mesmo: umas boas porradas! Se você não souber por que está batendo, ele certamente, saberá por que esta apanhando. Mulher aprenda a soltar suas bruxas, comemore seu Halloween, bote sua escola de samba na avenida!
Esqueça, definitivamente, que você tem maminha. Você tem é peitos e torne-os os mais atraentes possíveis para o seu parceiro. O cara que está ali do seu lado não é seu filho. Se ele pretender que você o veja desta forma, caia fora. É isso! Quem tem maminha, é a mãe dele. Você tem é peitaços fogosos, atraentes e irresistíveis!
Faça o tipo da sarada bandida. Sinta-se poderosa e avassaladora. Se ele vive dizendo que é carente e quiser um útero, mande-o assistir a uma necropsia no Instituto Medico Legal. Se quiser colinho, peça para que pague uma babá para mimá-lo. Incendeie o matagal, quebre a cama ,mulher poderosa!

A maldição do vídeo – É quando o feitiço volta-se contra o feiticeiro.
Lembre-se que foi você, mulher submissa que, admitiu a hipótese do seu parceiro só fazer sexo vendo aqueles vídeos pornográficos? Em geral as mulheres não são, absolutamente, interessadas nisso. Na maioria das vezes, vêem estas clássicas peças cinematográficas de sacanagem, mais para atender aos insistentes anseios explícitos do parceiro.
Pois bem, você ex-casta mulher, de tanto ver, acaba gostando e descobre coisas que irão atormentar a sua vida. Um desses exemplos mais comuns é quando o protagonista do filme – um profissional selecionado entre milhares - é dotado de uma incomum centimetragem peniana.
Ora, você vê aquilo tudo e olha para o lado e não vê quase nada, somente aquela coisa, triste, normal e meio acanhada e pensará, imediatamente, que seu parceiro é doente, quase capado, um desprezível mal dotado e que tem “aquilo” atrofiado. Mais lembre - se : a culpa foi sua!
Agora, encontre todas as explicações plausíveis, que tanto as mulheres gostam de exercitar, com medo de serem infelizes, tipo: “tamanho não é documento” ou “em um milhão só existe um daqueles...” Mas, continue lembrando-se: quem permitiu estas altas libidinagens na sua alcova conjugal foi você. Agora vire-se, literalmente!
Convença-se também, que aquele touro moreno, corpo sarado, com um metro e noventa de altura, olhos verdes, que aparece na cena seguinte - um misto de Apolo e Ulisses - que consegue dar aquelas cinco em noventa minutos de filme, é uma pura ficção, comparado com seu parceiro que, ao final da primeira já está parecendo um degringolado rato molhado! O apocalipse sexual!
Finalmente, lembre-se de que mulher gosta mais dos títulos dos filmes do que, propriamente dito, dos filmes em si. E no dia seguinte, certamente, ao conversar pelo telefone – fazendo um vinte e um, com medo do sessenta e nove - com uma daquelas suas amigas bisbilhoteiras e que, tecnicamente, você chama de confidente, ouvirá a clássica pergunta:
- Então santa, como foi ontem?
- Ah, vimos um filminho chamado: Pau de resposta.
- Mas, isto é nome de uma erva medicinal! - argumentará sua amiga.
-Bem eu não conhecia. Só fui apresentada a ele, ontem... (risos, muitos risos!).
-E você hoje, vai ver o quê?
-Sabe, ele ia trazer outro daqueles filminhos de sacanagem, porém, como não teria tempo, pediu-me para que eu escolhesse, na locadora (risos demorados e antecipados).
Mas, como não quero que ele pense que eu seja uma dessas depravadas de rua, encomendei um DVD que poderemos fazer juntinhos e vai ser muito interessante...
-Conta logo mulher, deixa de fazer suspense - Interrompe a amiga em grau máximo de curiosidade;
-Tricô a quatro mãos.
E depois disto, até sua amiga irá concordar, que outro milênio será necessário, até que se avalie de forma mais meticulosa, as intrincadas e difíceis causas da inapetência feminina para o orgasmo. A nanotecnologia é a última esperança!

Anônimo disse...

senhor anônimo das crônicas e contribuições, por que não faz seu próprio blog e deixa esse espaço só para os comentários dos leitores daqui?

Anônimo disse...

HOMENAGEM PÓSTUMA AO ANÔNIMO:

RECUERDOS.

No lava-jato da esquina ouvi o mais surpreendente, aberto, franco e emocionado relato de um homem na faixa dos quarenta, que também como eu esperava que a imensa fila de carros diminuísse. Não houve intróito, parcimônia ou outro cuidado nenhum de suavizar o seguinte diálogo, entre nós:
-E pensar que já fui viado! Disse-me o cara, olhando-me nos olhos, firme e resoluto.
-Parou? Parou, por quê?- insinuei uma brincadeira, logicamente pensando que se tratava de uma destas conversas passa-tempo sem maiores comprometimentos.
-Estou lhe conhecendo agora. E jamais nos veremos. Moro em Maracaibo na Venezuela, embarco amanhã. Vim para o casamento da minha filha. É verdade meu amigo, eu já fui viado! Parei!
Entre constrangido e surpreso comecei a rir, só para fazer alguma coisa. Ninguém fala isso assim, na bucha, num lugar público, gratuitamente, para quem nunca viu. E o ex continuou:
-Eu tinha uns 15 anos. Achava que as meninas era o melhor lado do casal, porque podiam dar para os meninos. Meus colegas ficavam falando delas e eu só ficava olhando e morrendo de inveja. Dizia pra mim mesmo que jamais beijaria a boca de uma mulher. Sexo, com elas nem pensar. Achava sim os meninos bonitos, sentia atração pelos seus pêlos e os meus, eu os detestava. Vivia infeliz, pois, meus pais eram católicos fervorosos, tinham até conhecimento com alguns burocratas lá do vaticano. Meus três irmãos todos mais velhos eram homens-machos. Um dia descobriram. Meu pai me bateu muito, minha mãe também. Ficavam revezando. Conseguiram até que o Papa me excomungasse. Fui expulso de casa.Os vizinhos todos souberam Fui morar com uma tia numa fazenda em Mato Grosso. Veja como o castigo vem a cavalo. Passei a ser o prato preferido daqueles peões. Foram semanas inesquecíveis. Minha tia descobriu. Mandou-me de volta. Meus pais e meus irmãos, novamente me encheram de porrada e decidiram: colégio interno. E lá fui eu. Outra surpresa. Aquele monte de garoto preso ali dentro, uns degustavam os outros e, eventualmente, os inspetores, não necessariamente nesta ordem. Está entendendo? -perguntava-me demonstrando absoluta tranqüilidade.
-Estou perfeitamente - respondi sinceramente constrangido.
-O colega também foi ou é gay?
-Não, nem fui, nem sou.
-Mas o futuro é uma incógnita, certo? (risos). Pois bem, quando nossa família descobriu que aquilo era um caldeirão de prazer sexual pedagógico tirou-me de lá e já estava na idade de servir o exército. Aí é que eu encontrei motivos, e elevada honra de servir. Servia desde o mais simplório recruta a patentes mais altas. Aquilo era uma verdadeira churrascaria rodízio. Ao dar baixa, minha reputação continuava em alta entre os tarados civis e militares de plantão, foi quando decidi parar. Desesperadamente, durante algum tempo lutei contra aquela vontade maior, duríssima e muito profunda de continuar. Finalmente, com muita terapia e noites insones, hoje estou aqui inteiramente, “recuperado” e muito puto dentro da roupa - irrompe num desabafo colérico.
-Mas, qual a razão desta ira?
-A razão?
-Você não lê jornais, não vê televisão, não vai ao cinema, teatro, nem a passeata gay?
Meu amigo são milhões desfilando suas viadagens pelas principais capitais do país. Os casais levam seus filhos para a passeata. Fazem piquenique com a família no meio-fio! O pai ainda aponta para, os gays mais conhecidos, chamando-lhes pelo nome. Sabem o nome de todos. Os meus me encheriam de porrada! E gay de todas as partes do país e do mundo. Desfilam de Rainha do Tatuapé, Sereia do Tietê, Mocinha do Guaraquecetuba, de fio dental, hiper maquiadas, depiladas, siliconadas, assediadas por aqueles paraibanos imensos de obras e tocam até o, hino nacional...
-Não exagera, isto é em São Paulo.
-Absolutamente, em todas as grandes capitais do país, com a presença de políticos, empresários, governadores, prefeitos, Associação de mães pró-orgulho de filhos gays, Associação protetora dos animais, foguetório, as cidades param e eu...
-Ué, você agora é um homem, segundo mesmo declarou "recuperado", deve ter filhos.
-Tenho três, todos gays.
-E sua mulher?
-Abandonou-me e foi morar com uma vizinha. É lésbica? Está vendo o que é um ser fora do seu tempo? Sofri , apanhei, fui excomungado, verdadeiro martírio e hoje, já há quem diga que o mundo é gay!
-Você é novo. Volta à ativa, brinquei para descontrair o ambiente.
-Amigo, meu carro ficou pronto, antes de ir só gostaria de lhe dizer que você é uma pessoinha ma-ra-vi-lho-sa, um bofe lindo, vou lhe deixar meu cartão, tem meu celular que só funciona com vibrador, e o endereço lá no bairro dos Jardins em São Paulo. Maracaibo era tudo brincadeirinha! É só marcar: telefonemas a cobrar, casa e comida à disposição. E muito prazer é lógico...
-Mas você não disse que tinha se “recuperado”?
-Só queria despertar seu instinto paternal, moreno pecado!
E saindo correndo com os braços bem rentes ao corpo, às palmas das mãos viradas pra frente, a cabeça levemente voltada para três e para o lado, as pernas cruzando uma na frente da outra no melhor estilo de modelo Fashion Week, gritava:
-Nascí para bailar, pra que negar...
Ao compreenderem a inusitada cena, os fregueses começaram a rir e a aplaudir aquela mini - passeata gay, exclusiva para os freqüentadores do posto que, aliás, tem o sugestivo nome de Recuerdos de Ypacarai.

Anônimo disse...

ALÉM DE ESCREVER ESTAS SINGELAS CRÔNICAS PARA CONSUMO IMEDIATO,VENDO TAMBÉM COXINHA DE GALINHA, RMPADINHA DE CAMARÃO E ROCAMBOLE DE ATUM.tEM QUE VIR APANHAR AQUI NO RIO, MAIS DOU TRATAMENTO VIP.

Bruno R. disse...

putz, virou guerra de anônimo aqui?
=/


mas então, eu sempre acho que as mulheres sempre esperam demais dos homens. sabe, homem tb gosta de mulher, tb gosta de sexo, tb gosta de carinho, de amor, de uma rotina gostosa com alguém do lado... e homem tb espera alguma coisa da mulher. mas às vezes a pressão delas é enorme, acima do normal entre duas pessoas. o cara tb quer coisas. gosta que ela esteja sempre bonita, sempre sorridente, sempre atenta, sempre uma porrada de coisas. mas elas costumam é "exigir" tais coisas - principalmente após algum tempo de relacionamento.

já essa coisa do foco, de "precisar" ter o cara do lado, isso faz com que o homem se espante em 90% dos casos. sabe aquela coisa de ir ficando, vendo como é, sacando o outro pra depois entrar com mais inteligência na relação? então, elas não sabem.

(desculpe as generalizações, são necessárias para não ter que abrir exceções toda hora).

=*

drika disse...

ah, mas então é por isso q me encontro tanto nestes textos.
foste menina-moleque também! tá explicado.

bem, qto ao texto atual, tenho descoberto isso. o pensamento masculino é simples. o nosso q é complexo demais. e qdo passamos a andar com meninas acabamos por absorver as idéias. comecei a me lembrar da minha infância e o quanto era simples. verde era verde. ñ um tanto esverdeado com tons azulados e levemente clareando.
adoro a simpliidade. facilita a vida.

Anônimo disse...

EU SOU O ANÔNIMO DO RIO DE JANEIRO-NÃO CONFUNDAM - QUE ALÉM DE COLABORAR COM CRÔNICAS PARA O MELHOR BLOG DE MULHERES DO BRASIL, TAMBÉM VENDE EMPADINHA DE CAMARÃO E OUTRAS GULHOSEIMAS SALGADAS.CADA UMA!!!E AFINAL POR QUE ESTE É MELHOR BLOG DE MULHERES DO BRASIL? SENÃO VEJAMOS:BANHEIRO FEMININO É PRECONCEITUOSO, BAIXAM A PORRADA NOS HOMENS( ALIÁS COISA MAIS ANTIGA QUE ANDAR PRA FRENTE ), NÃO SE RENOVAM E SÃO VERDADEIRAS SANGUE SUGAS DA PARTICIPAÇÃO ALHEIA, POIS É UM BLOG FEITO EM CIMA DAS PERGUNTAS DOS BLOQUEIROS, CANSOU!SERÃO EXPONTÂNEOS? ACHO QUE NÃO.E PAROU NO TEMPO,FICOU CHATO E ENFADONHAMENTE REPETITIVO.
O OUTRO: AS DESASSISTIDAS, CRIARAM MEIA DÚZIA DE CHAVÕES QUE PERDERAM A GRAÇA, ESTÃO MUITO ÓBVIOS E ELAS AGORA, NÃO ENCONTRAM UMA SAÍDA PARA MUDAR.EXISTEM OUTROS NESTES MESMOS CONTEXTOS.AGORA:REDATORAS DE MERDA, DOS QUE EU CONHEÇO, É O ÚNICO BLOG FEITO POR DUAS MULHERES QUE NÃO SÃO AFETADAMENTE, FEMINISTA, PRECONCEITUOSAS, E PRINCIPALMENTE, FAZEM TEXTOS DE SINGULAR INTELIGÊNCIA E QUE PODEM SER CONSIDERADOS, COMO LITERATURA.É POR ESTA RAZÃO QUE ENVIO-LHES MEUS TEXTOS.PARABÉNS GAROTAS!SE QUISEREM DEGUSTAR UNS SALGADINHOS(RS) DAR-LHE-EIS TRATAMENTO VIP, COM DIREITO A TODOS OS PRAZERES(OHHHH!) QUE O RIO PROPICIA.QUANTO AOS LEITORES DO BLOG QUE QUISEREM ENTRAR EM CONTATO COMIGO BASTA MANIFESTAR O INTERESSE NOS SEUS COMENTS.SERÁ UM ENORME PRAZER.MAS, ENORME MESMO,, DO TAMANHO DA MAIS NOVA MARAVILHA DO MUNDO:O CRISTO REDENTOR.

Duas disse...

uau, quanto elogio! me sinto lisonjeada e muito feliz. não sei se somos isso tudo que você falou, mas nem vou questionar, prefiro acreditar. e sim, quero provar uma empadinha :)

elisa

júlia disse...

"Desvie o foco e relaxe." Tá falado. Adorei! Béju!

Dani disse...

Idem!
Desviar o foco e relaxar...
Perfeito!!!

Manuel Rolim disse...

Ilustrações e textos muito legais. E depois me ensinem a receita para conseguir tantos comentários em seus posts.

Anônimo disse...

ANÔNIMO DO RIO PERGUNTA PARA ESTAS "DUAS" COMPETENTES LITERATAS:
DÁ PARA DIGITAR OUROME@SUPERIG.COM.BR
ESTOU ESPERANDO.

rosangela jaqueline disse...

desvie o foco, relaxe e goze!
hahahaha

adorei o texto, garotas!

Tudo ou nada ... disse...

Realmente se superam a casa postagem ... adoro isso.

bjos

Dani(ela) disse...

ou muita porrada ou "Ô LIVRO" pra fazer a gente enxergar isso, né?

:-)